Programa do CMI analisa novas formas de xenofobia
O aumento da migração de pessoas em grande escala tem aumentado a xenofobia e a Taxi Heathrow Airport violência racial num mundo globalizado. Essa preocupação estará na pauta do Programa de Luta contra o Racismo, do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), que vai reunir 50 líderes de igrejas, ativistas sociais e teólogos em Doorn, nas cercanias de Utrecht, Holanda, de 14 a 16 de junho.
ALC
Genebra, quinta-feira, 21 de maio de 2009
O objetivo da reunião é o de estudar formas e características do racismo na atualidade e elaborar planos de ação para as igrejas. O Programa de Luta contra o Racismo, que completa 40 anos, quer alentar as igrejas para que aprendam das experiências da defesa de pessoas que sofrem discriminação e exclusão, e de pessoas que lutam contra esse quadro em nome das vítimas.
O Programa incentiva a reflexão teológica a partir das experiências e visão de mundo de pessoas e grupos à margem, com a esperança de que suas contribuições possam ajudar as igrejas a se transformarem em santuários de amor, justiça e paz.
Uma das questões que o Programa do CMI coloca é a pergunta: de que maneira as experiências, espiritualidade e visões dos excluídos questionam e enriquecem o que tradicionalmente as igrejas entendem por unidade, missão, evangelização, espiritualidade e comunidade cristã?
Nos 40 anos de existência, o Programa de Luta contra o Racismo contribuiu para o fim do “apartheid” na África do Sul, inspirou-se e apoiou povos indígenas em diferentes partes do mundo, apoiou grupos de oprimidos na Austrália, Nova Zelândia, América do Norte, América do Sul e comunidades dalits na Índia.
O encontro de Doorn está sendo organizado pelo CMI em conjunto com o Conselho de Igrejas dos Países Baixos, a associação de igrejas de migrantes da região (Skin), o organismo diaconal KerkinAction, a organização de apoio ao desenvolvimento ICCO e o grupo ecumênico de defesa de direitos Oikos.
