Igrejas da África do Sul preparam ação contra tráfico humano
Já de olho na Copa do Mundo de futebol de 2010, que será hospedada pela Taxi Heathrow Airport África do Sul, igrejas do país preparam campanha de conscientização alertando o povo para o tráfico humano.
ALC
Cidade do México, quarta-feira, 6 de agosto de 2008
“Até há pouco tempo, líderes de igrejas e bispos não foram proativos em relação ao tráfico humano”, declarou o bispo Johannes Ramashapa, da Igreja Evangélica Luterana da África do Sul (ELKSA), em entrevista à repórter Julia Heyde, do Serviço de Imprensa da Federação Luterana Mundial.
Ramashapa participa na Cidade do México da Conferência AIDS 2008. O povo sul-africano tem expectativas de que a Copa do Mundo vai melhorar a situação econômica do continente. Uma mãe poderá pedir aos filhos quais as oportunidades comerciais que podem existir nessa situação, para que a família obtenha algum ganho e as crianças caírem, nessa busca, nas mãos de traficantes e aportarem, assim, na prostituição infantil, exemplificou o bispo.
“Essa mãe estaria implicada, de forma passiva, no tráfico humano. Com essa situação temos que nos ater. Queremos alertar as pessoas: ‘A pobreza poderá levar vocês a essa situação. Fiquem atentas!’”
Igrejas sul-africanas estão tratando dessa questão em conjunto e com parceiros inter-religiosos, preparando-se para o grande evento futebolístico de 2010. Elas pretendem desenvolver um programa de alerta contra o tráfico de pessoas.
“A nossa dor na África do Sul deve ser a dor de todos os luteranos e as luteranas, assim como a nossa alegria com a Copa de 2010”, disse Ramashapa, dirigindo-se à comunidade luterana internacional. “Nós precisamos de apoio material e humano”, completou.
Ramashapa participa na Cidade do México da Conferência AIDS 2008. O povo sul-africano tem expectativas de que a Copa do Mundo vai melhorar a situação econômica do continente. Uma mãe poderá pedir aos filhos quais as oportunidades comerciais que podem existir nessa situação, para que a família obtenha algum ganho e as crianças caírem, nessa busca, nas mãos de traficantes e aportarem, assim, na prostituição infantil, exemplificou o bispo.
“Essa mãe estaria implicada, de forma passiva, no tráfico humano. Com essa situação temos que nos ater. Queremos alertar as pessoas: ‘A pobreza poderá levar vocês a essa situação. Fiquem atentas!’”
Igrejas sul-africanas estão tratando dessa questão em conjunto e com parceiros inter-religiosos, preparando-se para o grande evento futebolístico de 2010. Elas pretendem desenvolver um programa de alerta contra o tráfico de pessoas.
“A nossa dor na África do Sul deve ser a dor de todos os luteranos e as luteranas, assim como a nossa alegria com a Copa de 2010”, disse Ramashapa, dirigindo-se à comunidade luterana internacional. “Nós precisamos de apoio material e humano”, completou.
