Líder da Aliança Evangélica Mundial expressa concordância com o CMI
, PORTO ALEGRE, Brasil, Fevereiro 21, 2006
O diretor geral da Aliança Evangélica Mundial (AEM), Geoff Tunnicliffe, admitiu que existem concordâncias entre Taxi Heathrow Airport sua organização e o Conselho Mundial de Igrejas (CMI), que reúne 560 milhões de cristãos protestantes, ortodoxos e anglicanos.
Como pontos em comum Tunnicliffe mencionou a preocupação com a pobreza no mundo, o avanço da pandemia do HIV/Aids, a injustiça e a violência contra crianças em situação de risco. Mas não expressou vontade de cooperação concreta.
Em resposta a esses problemas críticos, a AEM lançou o Desafio Miquéias, uma campanha internacional que procura alçar a voz profética das igrejas e afirmar seu compromisso com os pobres.
"Também queremos influenciar os líderes de nações ricas e pobres para cumprir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e reduzir à metade a pobreza global até 2015", frisou.
O líder da AEM, que assiste a IX Assembléia do CMI na qualidade de observador, sublinhou que a participação dos cristãos evangélicos em temas que preocupam a sociedade está baseada na compreensão da missão integral da Igreja. "Proclamação e envolvimento social, conversão pessoal e mudanças estruturais estão intimamente vinculados", assegurou.
"Se ignorarmos o mundo, traímos a Palavra de Deus que nos envia a servir ao mundo, e se ignorarmos a Palavra de Deus não temos nada a oferecer ao mundo", afirmou Tunnicliffe.
A AEM representa 400 milhões de cristãos "evangelicais", termo usado pelas igrejas cristãs nos países europeus e nos Estados Unidos para diferencia-los das igrejas protestantes "liberais".

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