Semana de oração mobiliza para a paz entre israelenses e palestinos
CMI/ALC, GENEBRA, Suiza, Junho 1, 2007
Para destacar a urgência da paz na Palestina e em Israel depois de 40 anos Taxi Heathrow Airport de ocupação, o Conselho Mundial de Igrejas (CMI), as igrejas membros e organizações afins organizaram uma semana de oração, com seminários e atividades para assinalar, neste mês de junho, o aniversário da guerra árabe-israelense de 1967. A semana tem por objetivo sensibilizar as igrejas e a sociedade civil e apontar aos governos a necessidade de realizar novos esforços para pôr fim ao conflito no Oriente Médio e negociar uma solução justa.
Participantes de vários países, da Austrália à Suécia, do Canadá à África do Sul, estão organizando marchas de paz, reuniões com seus governos ou fóruns públicos. Como marco para iniciar os trabalhos da semana, que inicia amanhã, 3, será inaugurado um serviço ecumênico em Jerusalém.
Nos Estados Unidos, grupos de igrejas estão aderindo às manifestações públicas. Em Bruxelas e outras capitais européias, membros da Pax Christi integram delegações conjuntas da Igreja Católica Romana perante a União Européia e seus membros. Na África do Sul foi solicitado à emissora nacional de radiodifusão que promova debates com acompanhantes ecumênicos, voluntários do CMI que viveram com pessoas afetadas pela ocupação.
Em Estocolmo, o arcebispo convidou representantes da mídia para um “café da manhã” informativo. Em Sidney será celebrado um serviço inter-religioso, seguido da plantação de uma oliveira na companhia da comunidade palestina local. A maioria dos eventos programados para esta semana contará com a participação de pessoas das mais diversas confissões religiosas.
A iniciativa leva o nome de "Ação internacional das igrejas em favor da paz na Palestina e em Israel, 3-9 de junho de 2007".
Estão confirmadas mobilizações em 14 países, mas se espera que outra centena de países membros do CMI e da Pax Christi, bem como da Federação Luterana Mundial, possam aderir à iniciativa.
A busca da paz entre israelenses e palestinos está na agenda dos órgãos reitores do CMI desde 1948. A julgar pela freqüência com que se propõe, sua importância para as igrejas membros foi crescendo continuamente na medida em que o conflito e a crise não têm fim.

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