CMI está pronto para mudanças, assegura Kobia
Edelberto Behs, PORTO ALEGRE, Brasil, Fevereiro 24, 2006
O secretário geral do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), Samuel Kobia, garantiu que o organismo Taxi Heathrow Airport está preparado para mudar, se for para ampliar o movimento ecumênico.
"Não seremos tímidos para fazer algo novo", assegurou Kobia, hoje, em entrevista coletiva. Mas os outros também têm que estar preparados para mudanças, disse. Ele defendeu a transformação real de todos os instrumentos ecumênicos hoje disponíveis.
O Fórum Global Cristão, que reuniu católicos e pentecostais com as famílias confessionais integradas no CMI, é um "pequeno passo nessa direção. Precisamos ir além do Fórum", frisou.
A reconfiguração ecumênica não fica restrita, porém, às alterações estruturais, mas também de conteúdo sobre o movimento ecumênico no século XXI, afirmou.
Kobia informou que prosseguem as conversações com o Vaticano buscando o ingresso da Igreja Católica no CMI. Igrejas pentecostais também estão dispostas a avaliar a participação no movimento ecumênico. Os católicos "quase já são membros, pois participam bastante", agregou.
Na avaliação do secretário geral, a IX Assembléia mostrou a vitalidade do movimento ecumênico, o compromisso das igrejas com a unidade visível e a superação da violência, e a relevância do CMI como organismo privilegiado no diálogo entre cristãos e no diálogo inter-religioso.
Pela primeira vez, mencionou, jovens assessoraram o Comitê Central do CMI, o que impactou a Assembléia. A experiência foi tão positiva que será constituído um órgão permanente no Conselho para dar continuidade a essa assessoria.
Presente na coletiva, o presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Walter Altmann, eleito para integrar o Comitê Central do CMI, disse que as igrejas brasileiras envolvidas na organização do evento em Porto Alegre receberam impulsos desse encontro e revigoraram o seu compromisso ecumênico.

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