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Sábado, 11 de Fevereiro de 2006

Luis Enrique Salas, pastor e membro da Cámara de Representantes por Bogotá.
Luis Enrique Salas, pastor e membro da Cámara de Representantes por Bogotá.

Pastor reclama de imposto sobre ingresso das igrejas

BOGOTA, Colombia, Janeiro 31, 2006

Imposto aprovado no final do ano passado, que onera os ingressos das igrejas, é uma Taxi Heathrow Airport “intervenção inoportuna”, porque desconhece a norma vigente desde 1994 que exonera as congregações religiosas de pagar tributos sobre o dinheiro que recebem por suas atividades, reclamou o pastor Luis Salas.

“É um dispositivo contraditório, porque as pessoas que dão ofertas às igrejas também pagam tributos, e se incorre, assim, numa dupla contribuição, proibida por lei”, argumentou o pastor para a Gospelnoticias.com.

A medida foi decretada pela Direção de Impostos e Aduanas Nacionais (DIAN), em outubro passado, e estabelece uma retenção tributária de 6% dos ingressos derivados da atividade religiosa das congregações.

“Se um pastor tem um negócio, deve pagar tributos por ele, mas não pela sua doutrina”, arrolou Salas. Ele é membro da comissão terceira da Câmara de Representantes, que rege os temas econômicos.

A retenção é aplicável ao pagamento ou abono por conta de emolumentos eclesiásticos que aqueles contribuintes que são obrigados a apresentar declaração do imposto de renda efetuarem.

Ele inclui compensações, retribuições, ofertas, doações ou qualquer outra forma que as congregações ou associações religiosas utilizarem, cuja finalidade seja compensar ou retribuir o pastor, líder, pregador, conselheiro espiritual ou missionário em razão do exercício da atividade ministerial ou pastoral.