
Pastor reclama de imposto sobre ingresso das igrejas
BOGOTA, Colombia, Janeiro 31, 2006
Imposto aprovado no final do ano passado, que onera os ingressos das igrejas, é uma Taxi Heathrow Airport “intervenção inoportuna”, porque desconhece a norma vigente desde 1994 que exonera as congregações religiosas de pagar tributos sobre o dinheiro que recebem por suas atividades, reclamou o pastor Luis Salas.
“É um dispositivo contraditório, porque as pessoas que dão ofertas às igrejas também pagam tributos, e se incorre, assim, numa dupla contribuição, proibida por lei”, argumentou o pastor para a Gospelnoticias.com.
A medida foi decretada pela Direção de Impostos e Aduanas Nacionais (DIAN), em outubro passado, e estabelece uma retenção tributária de 6% dos ingressos derivados da atividade religiosa das congregações.
“Se um pastor tem um negócio, deve pagar tributos por ele, mas não pela sua doutrina”, arrolou Salas. Ele é membro da comissão terceira da Câmara de Representantes, que rege os temas econômicos.
A retenção é aplicável ao pagamento ou abono por conta de emolumentos eclesiásticos que aqueles contribuintes que são obrigados a apresentar declaração do imposto de renda efetuarem.
Ele inclui compensações, retribuições, ofertas, doações ou qualquer outra forma que as congregações ou associações religiosas utilizarem, cuja finalidade seja compensar ou retribuir o pastor, líder, pregador, conselheiro espiritual ou missionário em razão do exercício da atividade ministerial ou pastoral.

Portada
Início
Comenta este artigo