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Sexta-feira, 24 de Dezembro de 2004

Evangélicos são contra privatização da água

Trinidad Vásquez, MANAGUA, Nicaragua, Dezembro 17, 2004

Representantes de várias organizações evangélicas, integradas no organismo humanitário Ação Conjunta de Igrejas (ACT), expressaram Taxi Heathrow Airport oposição ao projeto de privatização da água na Nicarágua.

A posição dos evangélicos foi apresentada em documento entregue, na terça-feira, à deputada Emilia Torres, da Comissão de População e Desenvolvimento da Assembléia Nacional, no qual expõem suas contribuições ao projeto de Lei Nacional da Água.

O documento foi entregue por Evenor Jérez, subdiretor do Conselho de Igrejas Evangélicas Pró Aliança Denominacional (CEPAD), Violeta Hernández, da Ação Médica Cristã, a bispa Victoria Cortés, da Igreja Luterana, e Pablo Cruz, diretor do Centro Intereclesial de Estudos Teológicos e Sociais (CIEETS).

A deputada Torres disse aos representantes das igrejas e dos organismos que no próximo dia 15 de janeiro analisarão as sugestões apresentadas, e que no final do mês chamarão a delegação para que defenda sua proposta. O projeto de Lei Nacional da Água será submetida à discussão no plenário da Assembléia na primeira quinzena de fevereiro.

ACT discutiu o projeto em encontro que reuniu 54 pastores e líderes evangélicos. Eles propuseram que o Estado seja o único que pode celebrar contratos de exploração dos recursos hídricos, de modo racional, para o benefício social, e que esse recurso vital não seja convertido num monopólio estatal ou privado.

O assessor jurídico de ACT, Javier Orozco, disse que no que toca às concessões só deveriam dar permissão às empresas interessadas na exploração dos recursos hídricos por dez anos e sem prorrogação. Na atualidade, a concessão é de 30 anos.


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