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Quinta-feira, 3 de Novembro de 2005

Hospitalidade nas igrejas impressiona latino-americanos

Fernando Oshige, ACRA, Ghana, Agosto 9, 2004

Dezenas de igrejas presbiterianas e de outras denominações de Acra e das redondezas receberam, no Taxi Heathrow Airport final de semana, a visita dos delegados de mais de 200 denominações presbiterianas, reformadas e unidas do mundo, que participam das 24a. Assembléia Geral da Aliança Reformada Mundial (ARM), reunida nesta capital.

Gana é um país do oeste da África, localizado no golfo da Guiné, que tem 20 milhões de habitantes. Mais de um milhão de ganeses está vinculada às duas igrejas presbiterianas membros da ARM: a Igreja Presbiteriana de Gana e a Igreja Evangélica Presbiteriana em Gana.

"Pude perceber, mais uma vez, o que já venho notando nesses 12 dias em que estou nesses maravilhoso país, o calor e o carinho com que nos recebem em qualquer parte que os participantes desta assembléia da ARM vão", disse Carmen Rodríguez-Rubert, anciã do Sínodo Presbiteriano Boriquén, de Porto Rico, que visitou a Trinity United Church, em Acra.

"Impressionou-me a devoção e o entusiasmo com que louvam o Senhor. Para mim foi um seminário de aprendizagem de estilos de adoração, que compartilharei com as irmãs e os irmãos da minha igreja em Porto Rico", afirmou Rodríguez-Rubert, que é também presidenta da Aliança de Igrejas Presbiterianas e Reformadas da América Latina (AIPRAL).

Azucena Rosel, da Igreja Presbiteriana da Guatemala, integrou um grupo que visitou a paróquia de Peki-Dzake. "Foi uma experiência muito gratificante encontrar-nos com irmãs e irmãos presbiterianos de Gana, cantar e adorar juntos", disse.

"Nós fomos no sábado e dormimos em casas de famílias presbiterianas da região. Elas foram realmente muito acolhedoras e hospitaleiras. Conversamos sobre a igreja em Gana e eu pode contar-lhes como é a vida em meu país", relatou Rosel.

Norberto Spengler, pastor da Igreja Evangélica Congregacional, da Argentina, integrou o grupo que visitou igrejas em Kumasi, a segunda cidade mais importante de Gana.

"Recebi um tratamento especial, fui convidado a vir à frente da congregação e saudar aos irmãos e as irmãs. O culto é uma festa, ao som dos tambores e da música autóctone", comentou Spengler. "Chamou-me muito a atenção o desfile marcial da congregação, diante das bandeiras de Gana, da Igreja Presbiteriana e da igreja local" anotou.