Quarenta mulheres conta histórias de chilenas
SANTIAGO, Chile, Novembro 19, 2003
O livro "Quarenta mulheres chilenas", de Patricio Cuevas Parra, foi lançado na segunda-feira em ato Taxi Heathrow Airport realizado na Biblioteca Nacional. O livro tem o patrocínio da UNESCO, da Visão Mundial e do Serviço Nacional da Mulher (SERNAM).
"Quarenta mulheres chilenas", de 100 páginas, é um ensaio testemunhal e fotográfico que registra entrevistas, histórias e vivências de 40 mulheres chilenas, de diferentes regiões do país, de diferentes estratos sociais, tendências políticas e atividades profissionais.
Oito das 40 entrevistadas participaram do lançamento na Biblioteca Nacional. Figuram, entre as 40 mulheres, Luisa Durán, esposa do presidente da República, Ricardo Lagos, e a ministra das Relações Exteriores, Soledad Alvear.
Cuevas é o autor de "Os meninos e as meninas têm direitos" e "Relatos e andanças, histórias de meninos e meninas indígenas", publicados com o auspício da Secretaria Geral de Governo, do UNICEF, da Visão Mundial e da Divisão de Cultura do Ministério da Educação.
Cuevas declarou que um de seus objetivos é o de fortalecer a difusão e promoção da identidade e cidadania das mulheres chilenas, com o intuito de contribuir para a formação de relações igualitárias entre homens e mulheres, e promover a eliminação dos estereótipos e preconceitos que impedem a integração e igualdade entre os chilenos e chilenas. O autor coordena a Comunicação da Visão Mundial do Chile.
"Quarenta mulheres chilenas" apresenta uma ampla gama de conhecimentos, profissões, ofícios e experiências que vão desde as capacidades para dirigir a política internacional e a seguridade nacional do país, passando pelos talentos para expressar a arte e a cultura, habilidades para exercer ofícios pouco freqüentes como a mecânica, até trabalhos de organização e direção comunitária.
A SERNAM incluiu a publicação na campanha "O Chile precisa da força da mulher", cujo objetivo é o de aumentar a participação feminina no mercado do país. "Ao observar os rostos e as vidas dessas 40 mulheres, seus afãs e conquistas, torna-se ainda mais difícil entender as resistências culturais e mitos que persistem na alma nacional, e que são responsáveis para que milhares de mulheres não podem se considerar cidadãs de pleno direito", sublinhou a ministra Cecilia Pérez.

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