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Quarta-feira, 7 de Novembro de 2007

CMI coloca situação financeira sob controle

CMI/ALC, GENEBRA, Suiza, Setembro 1, 2003

Depois de concentrar-se em programas fundamentais e exercer um cuidadoso controle de seus gastos, o Taxi Heathrow Airport Conselho Mundial de Igrejas (CMI) superou as dificuldades verificadas nos últimos dois anos e apresenta, hoje, uma situação financeira mais sólida.

As previsões "são modestamente alentadoras", destacou o secretário geral do organismo ecumênico, pastor Konrad Raiser, em seu relatório ao Comitê Central, que está reunido em Genebra, de 26 de agosto a 2 de setembro.

"Ainda não alcançamos o ponto de equilíbrio financeiro, e não foi contida a linha descendente dos ingressos por contribuições", relatou Raiser. As medidas tomadas pela Comissão de Finanças mostram, no entanto, seu acerto.

O ajuste deu-se através de três medidas: redução de programas, sem desestabilizar, contudo, os programas centrais; redução e reorganização de pessoal; e redução das despesas operacionais.

No exercício de 2002, o CMI amargou um déficit de 6,6 milhões de francos suíços (cerca de 4,71 milhões de dólares). Esse déficit envolveu o uso planificado de fundos num total de 5,5 milhões de francos suíços (aproximadamente 3,92 milhões de dólares), que haviam sido destinados a programas fundamentais específicos, e reduziu as reservas para 1,1 milhão de francos suíços (cerca de 785 mil dólares).

Em 2001, o déficit verificado foi de 11 milhões de francos suíços (cerca de 7,85 milhões de dólares), incluindo uma redução de reservas de 5 milhões de francos suíços (3,57 milhões de dólares), quando soou o alarme.

Nesse mesmo ano, o CMI recorreu a dois empréstimos bancários, num total de 4 milhões de francos suíços (2,85 milhões de dólares), garantidos por suas inversões. Os empréstimos foram liquidados em 2002.

Também em 2002, com a aprovação do Comitê Central, o CMI abriu uma linha de crédito, garantida pela hipoteca do Centro Ecumênico, de Genebra. "Prevista como uma medida de precaução, a linha de crédito, embora ainda disponível, nunca foi utilizada", explicou Elaine Dykes, da Igreja (Presbiteriana) da Escócia, coordenadora do Comitê de Finanças do CMI.

Para 2003, o CMI tem um orçamento previsto de 46,8 milhões de francos suíços (cerca de 33,42 milhões de dólares). Em julho de 2003, o balanço do CMI apontou um resultado ligeiramente positivo, o que reflete o êxito das medidas tomadas em 2002, gerando, inclusive, uma expectativa de alcançar um resultado positivo no final do ano de 1 milhão de francos suíços (715 mil dólares), que será integrado às reservas.

Embora os ingressos totais do CMI tenham diminuído nos últimos dois anos, a soma total das contribuição das igrejas cresceu em 2002 em comparação a 2001, quando 53% das igrejas membro encaminharam suas contribuições ao organismo ecumênico; no ano passado, esse percentual cresceu para 66%.

O CMI realiza campanha com o intuito de aumentar os ingressos das igrejas filiadas. Também empreenderá esforços para manter o nível de contribuições das agências e de outras fontes.

Para 2005, prevê a Comissão de Finanças, todas as igrejas estarão contribuindo para o Conselho, passando dos atuais 6 milhões de francos suíços ( 4,28 milhões de dólares) para 10 milhões de francos suíços (7,14 milhões de dólares). A contribuição das igrejas representa, hoje, 15% do orçamento do CMI.